Sessão 4


Looping

2019, Ficção, 12m, 16 anos, Minas Gerais
SINOPSE: Vi um garoto atravessando a rua hoje.
Direção: Maick Hannder


Clandestyna

2018, Hibrido, 22m, 16 anos, Rio de Janeiro
SINOPSE: Um dos projetos finais do LAB NEM, iniciativa que possibilita a participação de pessoas trans no audiovisual, CLANDESTYNA apresenta Dayo, Piranhafudida e Ducarallho. Três travestis pretas da Baixada Fluminense, que recorrem a arte para sobreviver ao país que mais mata transvestigeneres no mundo.
Direção: Duca Caldeira


Intervenção Jah

2019, Experimental, 15m Livre Rio de Janeiro
SINOPSE: Intervenção Jah’ visa uma caminhada simbólica até à exaustão. A intervenção propõe o aquecimento pré-liminar que antecede um combate de titãs num ringue de boxe. A intervenção consiste no movimento do performer intuindo a queda repentina quando afetado por perfurações por balas de armas semi-automáticas. Segundo os resultados divulgados em 2017, pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública, as pessoas negras no Brasil ainda representam mais de metade da população do país. Entre 2005 e 2015 o número de pessoas negras assassinadas aumentou 18% e isso nos tornou também a maior parte das vítimas de homicídio, tendo correspondido a 71% do total de corpos registrados.
Direção: Daniel Santos & Welket Bungué


Ando Feito Nuvem Tempestiva

2018, Experimental, 4m, Livre, Paraíba
SINOPSE: Como nuvem levada pelo vento, sempre em curso, carrega em si a leveza do ar e a força de Iansã. É capaz de lavar a terra e revolver os mares. Uma mulher negra é vento, é nuvem, é tempestade e revolução…
Direção: Carine Fiúza


BR3

2018, Ficção, 23m, 14 anos, Rio de Janeiro
SINOPSE: Kastelany chega na casa da Luciana. Mia se prepara para sair à noite com suas amigas. Dandara transa com Johi pela primeira vez.
Direção: Bruno Ribeiro



TRANSacralidade

2019, Experimental, 4m, Livre, São Paulo
SINOPSE: É a cidade. É a Maldade. É uma corpa em busca de afetividade. É um sistema que invisibiliza, impiedade. São as corpas que resiste a essa sociedade. Luta por novos roteiros de vida dentro das cidades. Não é questão de vaidade. É em busca de igualdade. Levando em consideração nossas particularidades. Sem deixar que ódio vença e assim realce nossa TRANSacralidade. Essa performance foi desenvolvida através do conceito de TRANSacralidade, que é a cosmovisão que possibilita enxergar as corpas das pessoas trans e travestis como sagradas e assim como possíveis fontes de cuidados, afetos, oportunidades. No país que mais mata pessoas trans e travestis. Nesse trabalho falo sobre cuidar e deixar ser cuidada, em uma perspectiva ancestral e contemporânea.
Direção: Luz X e Lico Cardoso