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Anti Ribeiro

Anti é sergipana e artista residente da coletiva Fugácida (@fugacida). Residente no Recife há mais de 2 anos, realizou na cidade o seu primeiro filme, intitulado O Fio, onde foi diretora, produtora e roteirista. É curadora do Recifest – Festival de Cinema da Diversidade Sexual e de Gênero já há duas edições. Foi produtora e membro da equipe do programa Zona Multicor, da TV Universitária de Pernambuco. Também compôs produções como: Frervo, de Libra e Thiago Santos (captação de som e imagem); As Vezes Que Não Estou Lá, de Dandara de Morais (assistência de arte); Sombra, de Fernanda Siqueira (figurino). É estudante de Cinema e Audiovisual na UFPE.


Bruno Victor

Formado em Audiovisual e cursa publicidade e propaganda pela Universidade de Brasília. Dirigiu e roteirizou o curta Afronte. Também dirigiu e roteirizou o documentário Lourdes Teodoro (2016). Foi diretor de fotografia do documentário Lima(2015) e assistente de fotografia dos curtas-metragens A Caixa (2015), A Hora da Morte (2015), Waldo sem Vanda (2016). Também foi assistente de produção no programa de TV Caça aos Monstros (2016) e na Mostra de Cinema John Akomfrah – CCBB (2017), foi social mídia no Festival O Anjo Exterminador (2018), trabalhou como distribuidor de filmes na OF Produção Cultural em 2018, foi assistente de direção do curta metragem Lubrina (lançamento 2020), diretor assistente do longa Afeminadas (lançamento 2020) e Co dirigiu o curta metragem Rumo (lançamento 2020).


Cintia Lima

Cíntia Lima é artista visual, roteirista e atriz. Dirigiu e performou os filmes de arte Maldita Poesia (2012) e O rito (2014). Em 2017 recebeu no Chile a Menção Honrosa por sua atuação no audiovisual na XI Muestra de Cine Polo Sur (Patagonia). Se prepara para dirigir seu roteiro de curta, Aprendendo a Nadar, projeto financiado Funcultura (2018) e consultoria de Eliseo Altunaga (EICTV/Cuba). Atualmente, desenvolve dois roteiros de longa, uma ficção no Lab da Escola Porto Iracema das Artes (Ceará) e o documentário “A imagem que fazemos de nós” (Funcultura/Pernambuco). Concilia seus trabalhos autorais com a curadoria do FINCAR (Festival Internacional de Cinema de Realizadoras do Recife).


Déo Cardoso

Emerson “Déo” Cardoso é diretor e roteirista audiovisual, fotógrafo, e professor universitário. Graduado em Comunicação Social pela Universidade de Fortaleza (2001), Déo possui especialização em Dramaturgia pelo Instituto Dragão do Mar de Arte e Cultura (2001) e Mestrado em Belas Artes/Cinema pela Universidade de Ohio, EUA, (2006), sob a supervisão do Diretor e Produtor Croata Rajko Grlic (diretor de Border Post, Josephine, White Roses, etc.). Em 2005, Déo recebeu o Prêmio Hollis Perry do Estado de Ohio, EUA, pelo projeto Porto of Rafts (Porto de Jangadas). De volta ao Brasil em 2007, Déo têm realizado diversos curtas-metragens de ficção e documentários. Em 2018, foi contemplado em 1º lugar no Edital Longa Baixo-Orçamento Afirmativo, promovido pela Agência Nacional de Cinema (ANCINE) pelo projeto “Cabeça de Nêgo”. O projeto acaba de ser concluído e integrará o circuito de Festivais de Cinema enquanto aguarda data de lançamento em circuito comercial.


George Ulysses

George Ulysses é Abian no Ilè Ibá Asé Possun Aziri, Pós-graduando em Comunicação, onde pesquisa Arte da Pessoa Negra e seus modos de comunicação. Investiga a produção de sentidos na imagem gerada pela Pessoa Negra, bem como a semiótica do Terreiro. Costurando o conceito de ancestralidade, muito pautado pelo Candomblé, mas não apenas. Tem 26 anos e acredita que arte, política e vida são a mesma coisa; me encanto com processos de cura. Escreve sempre, sou do signo de áries, e também um rodante a confirmar.


Izabel Melo

Pesquisadora e professora. Doutora em Meios e Processos Audiovisuais pela ECA-USP, professora da Universidade do Estado da Bahia (UNEB), onde coordena o projeto de pesquisa e extensão “Cinema e História: campos em diálogo”. Pesquisadora associada na Filmografia Baiana, integrante do Grupo de Pesquisa “História e Audiovisual: circularidades e formas de comunicação”. Autora do livro “Cinema é mais que filme”: uma história das Jornadas de Cinema da Bahia (1972-1978) (2016) e co-organizadora do Sete Esquinas: Panoramas socioculturais nas Ciências Humanas (2013), além de participar de outras publicações em livros e revistas. Tem interesses de pesquisa vinculados à história e historiografia do cinema, formação, cineclubismo e festivais.


Kiko Alves

Kiko Alves é negro e gay, atua como professor e mediador de processos pedagógicas, tendo no audiovisual uma ferramenta, realizador tem pensado e realizado trabalhos tendo como eixo o universo negro LGBTI+, atualmente atua no projeto Doc Sertão, desenvolvendo atividades formativas em Quixeramobim e no Assentamento Nova Canaã – MST, além de fazer parte do projeto AFROFUTURE, projeto que nasce com a ideia de pensar possíveis, partindo das ideias do Afrofuturismo para pensar outros mundos criar ações que possam criar impacto no contexto atual.


Lidia dos Anjos

Lidia dos Anjos é atriz de cinema e teatro, figurinista, diretora de arte e pesquisadora. Está graduando em Licenciatura em Teatro pela Universidade Federal do Ceará, formada pelo Curso de Princípios Básicos do Teatro, CPBT – Teatro José de Alencar. Foi figurinista nos curtas-metragens UM CAPITULO ANTES DO FIM, dir. Gustavo Mineiro, NENÚFARES, dir. Beatriz Lizaviêta, GLENDA, dir. Pablo B. Silvino, curta inédito. Foi também diretora de arte dos curtas: VS. EX. SRA. TRISTEZA, dir. Clébson Oscar e Wilken Misael, 17 min, 2017 e CARTUCHOS DE SUPER NINTENDO EM ANÉIS DE SATURNO, dir. Leon Reis, 2018. Fez ainda a preparação de elenco dos filmes IRACEMA, dir. Francisco Carneiro, 2017 e ANDROS, dir. Anio Tales Carin, 2018.


Luca Salri

Luis Carlos Saldanha Ribeiro é o nome completo de Luca Salri. Professor de História nas horas vagas, com Especialização em História da África e Africanidades. É pesquisador, realizador, cineclubista, artista periférico e estudante de Cinema. Costumeiramente, coloca no papel – real ou virtual – suas palavras, mesmo que ninguém peça! É colaborador costumeiro no blog SMUC! (Só Mais Uma Coisa!) Assinou alguns trabalhos de montagem com material de arquivos, além de realizar curtas durante sua estadia no curso de cinema. Possui diversas participações em trabalhos de audiovisual assumindo diversas funções – assistente de direção e fotografia, produção de set e continuísta. Atualmente, administra o perfil do Instagram (@centreiro) dedicado ao Centro de Fortaleza.


Luciana Oliveira

Luciana Oliveira é graduada em audiovisual e Mestra em Cinema e Narrativas Sociais pela Universidade Federal de Sergipe. É cineasta e Co-idealizadora da EGBE- Mostra de Cinema negro de Sergipe. É integrante da equipe do Festival Sergipe de Audiovisual (SERCINE) e também integra o Fórum Permanente de Audiovisual de Sergipe.


Magno Rodrigues

Carlos Magno Rodrigues é licenciando do curso de Licenciatura em Teatro do IFCE. Com experiência no teatro, cinema e publicidade, o ator de 25 anos já atuou em filmes dentre curtas e longas metragens. Atuou nos curtas “Arianas” de Hylnara Anny, ‘Vs. Ex. Srª Tristeza” de Clébson Oscar. No teatro participou dos espetáculos Woyzeck, Tempo de Espera e do seu solo Neuza, esse último que passou por festivais e mostras, sendo reconhecido com prêmios de Ator, Espetáculo, Texto e outras categorias. Recentemente participou da série “Meninas do Benfica” e Atualmente circula com o espetáculo “Todo Camburão Tem Um Pouco de Navio Negreiro”, do Nóis de Teatro.


Naymare Azevedo

Naymare Azevedo, mestranda no programa de pós-graduação interdisciplinar em Cultura e Sociedade do Instituto de Humanidades Artes e Ciência da Universidade Federal da Bahia. Produtora audiovisual e cultural formada em Gestão de Políticas Públicas pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte. Atua na área de produção executiva de projetos audiovisuais e culturais desde 2013. É sócia do hub de cultura @Mercadao.CC, coordena o projeto @AFROTONIZAR  de formação de jovens negros nos setores da economia criativa. Produz o festival de música e cultura digital @digitaliabr. Estreou como diretora e roteirista documental com o curta-metragem “Terreiro de Memórias (2016)”, assinou a produção executiva da web série “SEPTO” e está em desenvolvimento do seu primeiro longa metragem, “Minha Avó é Nagô” em parceria com a cineasta Everlane Moraes. Atualmente vinculada nos Grupos de Pesquisa do Observatório de Economia Criativa OBEC/UFBA e Afronarrativas Visuais PPGECC/ Febf/ UERJ, desenvolvendo pesquisas sobre a implementação de iniciativas de fomento aos setores da economia criativa em territórios periféricos para população negra e a descolonização do imaginário subjetivo de corpos negros.


Paolla Martins

Paolla Martins, realizadora audiovisual e comunicadora popular. Formada em Educomunicação pela Tv USP e Ong Viração Educomunicação. Diretora e roteirista dos curtas-metragens Curimba, 19”. doc. 2018, que busca vivenciar experiências afro-religiosas na periferia do Pici. – Selecionada na Mostra Olhar do Ceará do 28º Cine Ceará – Festival Ibero-americano de Cinema – 2018;  Serra Alheia, 8”. doc. 2018, documentário que registra a viagem de um grupo de praticantes de catimbó de Fortaleza à Serra da Tucunduba, em Caucaia. – Selecionado no 11º Encontro de Cinema Negro Zózimo Bulbul – Brasil, África e Caribe – 2018; Onde a noite não adormece, 14”. fic. 2018, codireção Rodrigo Ferreira, a partir da experiência do teatro de rua, propõe um resgate dos corpos e memórias ancestrais que habitam as encruzilhadas. – Selecionada na Mostra Olhar do Ceará do 29º Cine Ceará – Festival Ibero-americano de Cinema – 2019; Papoulas, 12”. fic. 2019, realizado durante o TCC – Curso de Realização em Audiovisual da Vila das Artes.


Rayanne Layssa

Rayanne Layssa é graduanda em Cinema na Universidade Federal de Pernambuco, integrante do MAPE (Mulheres do Audiovisual Pernambuco), Assistente de curadoria no Festival Internacional de Realizadoras (Fincar) em 2018, Curadora do festival de artes integradas Palco Preto em 2018, Curadora da II Mostra Itinerante de Cinemas Negros Mahomede Bamba ( 2019). Ela compôs o Júri ABD/APECI como representante MAPE no X Janela Internacional de Cinema (2018). Foi Júri e Crítica jovem do XIV Panorama Coisa de Cinema (2018).


Rodrigo Ferreira

Rodrigo Ferreira, realizador audiovisual do Pici, território retomado com a luta por terra e moradia. Diretor e roteirista dos curtas-metragens Janela do alto, 16”. fic. 2019,  aborda a questão do encarceramento preto e a cosmovisão sobre fuga e liberdade na periferia. Realizado durante o TCC – Curso de Realização em Audiovisual da Vila das Artes – Selecionado no 12º Encontro de Cinema Negro Zózimo Bulbul – Brasil, África e outras Diásporas – 2019; Onde a noite não adormece, 14”. fic. 2018, co-direção Paolla Martins, a partir da experiência do teatro de rua, propõe um resgate dos corpos e memórias ancestrais que habitam as encruzilhadas. – Selecionado na Mostra Olhar do Ceará do 29º Cine Ceará – Festival Ibero-americano de Cinema – 2019; Serra Alheia, 8”. doc. 2018, documentário que registra a viagem de um grupo de praticantes de catimbó de Fortaleza à Serra da Tucunduba, em Caucaia. – Selecionado no 11º Encontro de Cinema Negro Zózimo Bulbul – Brasil, África e Caribe – 2018.